sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Crise entre casais? Afaste-as: diálogo e cordialidade são formas infalíveis!


     As crises, num relacionamento conjugal, muitas vezes são provocadas pelos próprios pares. A impaciência gerada pelos problemas com o trabalho, dívidas, filhos, etc, acaba por esfriar as chamas do amor e aí, sem um diálogo apaziguador, acabam, os dois, caminhando em direções opostas. Para manter ardente o fogo do amor há que o diálogo ser cordial, compreensivo, um entendendo o outro e os dois, sempre, sendo uma só unidade!

     Cordialidade: de um pequeno gesto cordial, uma grande afeição.

    Os atos que norteiam o comportamento humano, para serem vistos como belos, íntegros, honrados, devem vir revestidos com a sinceridade, a cordialidade, fineza no trato.
   Quando nos relacionamos cordialmente, fazendo das ações o anseio do coração, o resultado é a amenidade nos gestos, nas palavras, e mais do que isso, é romper barreiras e transformar estranhos em conhecidos, conhecidos em amigos.
   No convívio doméstico não é diferente. Tratar-se com destempero é um degrau para abreviar o relacionamento. A ausência de cordialidade no casal pode ser um aviso de que o amor perdeu o elã, que a paixão refluiu as chamas, que há algo grave no convívio matrimonial.
    Fazer o relacionamento forte, quente, desejoso, é os cônjuges tratarem-se de forma cordial. São de pequenas pedras que se constroem grandes castelos, e de pequenos gestos grande afeição. Assim, estender a mão, um para o outro, com brandura e mansidão; dialogar com ternura na voz; ser sincero e afável nas controvérsias, são formas cordiais de bem tratar o parceiro e, em troca, por ele cordialmente ser bem tratado.

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   Crises: um problema para ser resolvido a dois com diálogo e sapiência.

    Qual o casal, rico ou pobre, que já não tenha passado por um momento de crise, por menor que fosse?
    E quantos casais descem ao fundo do poço da relação, lutam, ele e ela juntos, e conseguem reerguer-se às estrelas do bem viver?    
    Problemas, dificuldades – internas ou ex-ternas -, são vicissitudes que surgem, às vezes inesperadamente, e afetam a todos, sem distinção. E ao surgirem, o importante é ninguém debandar; ao contrário, manter-se uno, firme, inflexível, e enfrentar o que vier. Os problemas do mundo externo, sobretudo, devem ser estudados e administrados pelo casal, sem deixá-los entrar no lar e se instalarem. Ao administrar e resolvê-los, o casal fica mais íntimo, centrado em si mesmo. Por outro lado, crises muitas vezes são termômetros que aferem o grau de envolvimento do casal e põem à prova o amor e o verdadeiro comprometimento entre os pares.
    Casais, cujos parceiros enfrentam juntos e resolvem suas crises, é como a liga de aço: cada vez que se lança ao fogo ela volta com sua têmpera mais forte e ainda mais resistente!

     Inácio Dantas
     Do livro © “Segredos para uma união vencedora

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Casal rumo ao sucesso. Marido e mulher são sócios da mesma empresa, o matrimônio.


      Considerações oportunas:

    *Com o passar do tempo, em dado momento da vida, marido e mulher conseguem estabilizar-se num bom estágio social. É o resultado do esforço a dois, da luta conjunta, das dificuldades e superações. Olhe, então, para a pessoa amada com olhos de admiração e ternura e envolva-a num doce abraço com o coração agradecido, Sabe por quê? Porque, sozinho, talvez você jamais tivesse conseguido!

     *Quando em momentos de resolver questões cruciais relativas ao casal, assuntos sérios e piadas não devem se misturar, sob o risco de subverter a ordem das coisas. Assim, procure não agir com brincadeira quando o assunto for sério, nem com seriedade quando for brincadeira.

     *Sabe aquelas horas que você está feliz com a pessoa amada? Quando está comemorando a realização de um trabalho difícil, ou fechou um bom negócio? Que essas horas não sejam eventuais, passageiras, mas, sim, que se repitam e sejam eternizadas. E que essas realizações proporcionem ao casal ganhos substantivos e que repercutam na alegria e na felicidade dos que o amam!

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     Constrangimento (Por que o amor se converte em desamor?).

     Não é de bom tom atuar com deselegância, tolhendo a liberdade do parceiro, colocando-o em situação crítica, embaraçosa, sobretudo na presença dos outros. Constranger é uma forma de coagir e subjugar, atitude vil de quem, ao contrário, deve bem tratar e enaltecer.
     Não faça para o outro o que desaprova para si!
     Deve-se, ao contrário, dar “uma força” para o parceiro, incentivá-lo, dar um up nos seus planos, deixar seu astral sempre em alta, afinal o grande beneficiado será você mesmo.
     Constranger gera um desgaste e cria um clima desairoso. O ar fica irrespirável entre os dois e as relações tensas. E como viver assim, sob a clava onipresente do constrangimento?
     As pessoas às vezes se transtornam e, sem razão, coagem sob o império da força ou do medo. E, depois que arranharam o diáfano verniz do sentimento alheio, magoando-o, veem que cometeram um erro grosseiro.
     Reflua, pois, esse impulso insensato. Constranger a pessoa amada? Nem pensar. Deve-se valorizá-la e prestigiá-la como fiel parceira e com ela estar sempre em lua-de-mel! 

     Inácio Dantas
     Do livro ® “Segredos para uma união vencedora!” 

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Conflito entre Casais: contornando-os, rumo ao bem-viver!

       Quanto mais velhas as alianças dos cônjuges, tanto maior a prova que o casamento foi um sucesso!

     1.Conflitos: o lar é um leito de amor, não um campo de guerra.

     Quando o relacionamento sentimental se desgasta os parceiros se distanciam, perdem a vontade para restabelecer a concórdia e dá-se o surgimento de um mal chamado conflito. E, com ele, enegrece o sol do amor, caem as sombras do desapego e a separação é uma questão de tempo.
     Quando os problemas domésticos transbordam pelas portas e vitrôs da casa, os olhares se evitam, esfriam os carinhos, a voz do silêncio finca raízes e a união entra em colapso. O resultado é a impaciência, a tensão, a oposição de um ao outro, e, por fim, o desamor. E qual o casal que pode sustentar uma união saudável com a ferida do conflito aberta, sem o bálsamo do amor?
     Há que depor as armas e acenar o lenço branco da paz. Os dois. Numa última tentativa para reavivar e restabelecer a união, elegendo-a como o mais importante de suas vidas. Jamais se deve conflagrar um conflito sem que, antes, todas as chances para reatar o amor sejam tentadas.
     O inter-relacionamento amistoso, o apoio sincero e incondicional, o dar e receber afável, com ternura e entrega, é o trunfo para derrotar o conflito e perpetuar, sã e salva, a existência do matrimônio!

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     2.Conselhos: uma palavra paterna vale mais que um discurso anônimo!

     Problemas, dificuldades, são assuntos de foro íntimo do casal, o qual deve buscar soluções próprias e jamais aceitar que estranhos infiram opiniões e deem pitaco. Refugue, pois, vozes de fonte desconhecida que lhe oferte fórmulas mágicas para todos os males. Há gente imbuída de belos gestos, sim, mas certos conselhos não valem nem para quem os dá, e menos ainda para quem os recebe. Cuidado. Ouvir e aplicar orientações desse naipe pode induzir o casal ao erro, causando-lhe prejuízos e dissabores.
     Bons conselhos são o paterno!
 Esses conselhos os casais devem, uníssonos, ouvir com atenção, compenetrados, pois são lições sábias, fidedignas, lastreadas por longa experiência de vida. E devem praticá-los sem temor, receio, dúvida. São ensinamentos que vão aumentar acertos e alegrias, e reduzir erros e tristezas, afinal qual o pai que não quer o melhor para o seu filho?
     Casais que ouvem conselhos dos pais, e deles fazem um mapa para orientar-se nas etapas da vida, certamente serão casais que contornarão suas dificuldades, solucionarão seus problemas, e eternizarão suas vitórias!

      Inácio Dantas
     (do livro ® Segredos para uma união vencedora!”)

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domingo, 7 de novembro de 2010

Ciúmes & Confiança: relação saudável entre marido e mulher.


    1.Ciúmes: arma que fere o sentimento. “Desarme-se” e viva as alegrias do amor!

     Cenas de ciúmes, veladas ou explícitas, são acontecimentos que afetam e conturbam o relacionamento amoroso. Quantas brigas injustificadas, geradas pelo ciúme, se transformam em desamor e o desamor em separação?
     Discussões, desentendimentos, ofensas de parte a parte, são o estopim para implodir a aliança e causar ruptura na vida do casal.
     Desconfianças, presunções, suspeitas de infidelidades de um ou de outro, devem ser transformadas em diálogo, o diálogo em entendimento e o entendimento em solidificação do amor.
     Portanto, há que se conversar, ânimos desarmados e “pôr para fora” o que os afligem. São dos esclarecimentos e das explicações que brotam as compreensões, e das compreensões, a paz, afinal quantas vezes a guerra do ciúme é por uma razão fútil?
     Os casais não devem permitir que a densa névoa do ciúme desça e abata-se sobre a mútua relação. Essa névoa deve, cara-a-cara, ser dissipada, de pronto, ou, quem sabe, esparzida pelas brisas da paixão sobre a maciez de um leito...

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     2.Confiança: A confiança mútua celebra a amabilidade, o bem-viver!

     A confiança é o pilar que sustém e mantém inabaláveis as inter-relações, sejam entre duas pessoas, uma equipe ou uma nação. Quando um casal sela o pacto da confiança, transpõe qualquer tormenta e alcança a calmaria do bem-viver. Se, ao contrário, permitir que os ventos da desconfiança entrem porta adentro, o lar fica conturbado, as palavras ásperas e a convivência insuportável.
     A confiança é o elo que une marido e mulher. É a fina sintonia de dois polos, onde cada um deve estar “aceso” e não se deixar apagar por ilusões ou seduções. A luz do vínculo deve estar brilhante, iluminada. Cada qual deve praticar atos probos, dignos, respeitosos e que aumentem ainda mais a aura da bem-aventurança que os envolve. 
     Confiança é acreditar, crer, ter fé. É não se deixar levar por suposições, ilações ou desconfianças infundadas. É, o casal, estar unido na suas convicções, e de que ao lado tem alguém digno e fiel. Confiar traz harmonia e segurança, íntima e do casal.
     Casal interligado pela sinergia da confiança tem sua conduta inatacável, a vida em boa-fama e a moral elevada!

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      3.Fase da juventude

     *Ser jovem é a fase em que o corpo e a vida se encaixam numa sintonia perfeita. E a juventude é o emanar do refrescante extrato da alegria. Então, afaste-se do malfazer e não a desperdice, ou ela escorrerá em vão pelo ralo da tristeza. Alie-se ao bem-viver, sorva-a gota a gota e fortaleça-se para enfrentar o amanhã, pois ela é um líquen divinal. Entenda que na velhice seu pensamento sentirá saudade dos velhos dias, e o seu corpo a energia dos verdes anos!

     *Você vive a fase da juventude? Perscrute seu coração. Ele pulsa, em fortes badaladas, no apogeu da idade nova? Então, pense em si, agora. Estude, evolua. Trabalhe, conquiste. Vá aos píncaros da sabedoria e das realizações. Seja, hoje, um aluno, um aprendiz; amanhã, um empresário e mestre dos mestres! 

     *É um deleite para o olhar; para o desejo, uma jóia maviosa o corpo da pessoa amada. O amor, desde a fase jovial, que seja um tesouro precioso a ser guardado, intocável, no cofre da eternidade!

     Inácio Dantas
     (do livro “Segredos para uma união vencedora!”) 

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Carinhos, moderação, duas formas de um casal bem relacionar-se


      Carinhos: Magia que une dois corpos para a viagem ao paraíso...

     Ouvir uma música romântica juntos, balbuciar palavras de ternura, mesmo que não tenham nexo, trocar carícias qual dois eternos apaixonados...
    Amar-se! Fazer de cada pequeno momento uma grande festa de alegria e um brinde à perpetuidade da união. Transformar as dificuldades do cotidiano em uma recompensa pelo esforço conjunto, cuja moeda é o amor. Quantos casais esquecem dessas singelas nuances, temperos que dão mais sabor à convivência?
     Esquecer-se, e deixar que o fogo do desejo esvaneça, é permitir que a distância interponha-se, afaste o casal, e cada qual experimente a frieza das relações.
     Ao extinguir-se o calor dos carinhos, cai a nuvem do silêncio e o espectro do desamor assombra o casal. E, com ele, o risco de seguirem caminhos opostos...
     Não. Casal algum deve privar-se dos carinhos e isolar-se como dois estranhos, numa fuga inútil.
     Carinho! Nas palavras, no tratamento, no contato dos corpos.
     Carinho!  Dar e receber. Forte, Intenso, hoje, amanhã e para todo o sempre!

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    Comedimento: pensar, moderar os atos ou palavras, é ter por resultado o bom acordo, o bom relacionamento.

     Pessoas que refletem, medem as palavras e a abrangência dos seus atos, são pessoas que diminuem as chances de erros e obtêm maior propensão de acertos. Em geral, quem primeiro age, para depois pensar, acaba cometendo os mais terríveis enganos.
     Não fixar-se a uma possibilidade como regra única, mas refletir e procurar num leque de opções a mais plausível, o fará comedido, moderado, pronto para decidir com acerto. Ao contrário, deixar-se levar pela impulsividade, é correr o risco de não realizar o pretendido, desatar os nós das realizações e transformá-las em insucesso.
     Cabeça “no lugar”, e juízo equilibrado nas decisões, trocando ideias com o cônjuge ante decisões vitais, reveste o casal de equilíbrio e segurança, fibra que os robustece e os faz exponencial na sociedade.
     Você, e a pessoa amada, devem comedir-se para levar à frente seus projetos de vida.  Nada de decisões extemporâneas, sem um diálogo prévio ou uma avaliação básica de custos e benefícios. Agir com comedimento é colher lucros nos investimentos, aperfeiçoar-se como pessoa, e melhorar a relação do casal.


    Inácio Dantas
    Do livro ® “Segredos para uma união vencedora!” 

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Casal apaixonado, que pratica a caridade, casal unido para sempre!

     Algumas reflexões sobre a presença da pessoa amada.

     Amar é...

     *sentir, de repente, seus lábios falarem dela para si próprio.

     *os dois, ao olharem para o futuro, os olhos se unirem na mesma direção.

     *uma parte sua viver com ela, e a outra parte não viver sem ela...

     *deixar ver o sentimento como água pura e cristalina.

     *realizar para ela o mundo que sonhou para si.

     *oferecer o manto do sorriso para enxugar as lágrimas da tristeza.

     *construir um castelo no céu com cimento de nuvens e tijolos de estrelas...

     *exultar-se de contentamento ao imaginar sua imagem na imaginação...

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    Caridade: Ato que exalta e aproxima o casal das bênçãos dos céus.

     Há muitos casais com a vida oscilando no pêndulo das dificuldades, e tantos outros que venceram essa fase e se estabilizaram.
     A vida, no fluir das suas alternâncias, é como uma gangorra: uma hora sobe às estrelas; outra, desce ao rés-do-chão. Ter sensibilidade de, ao vir as agruras do próximo, estender a mão para a ajuda, é um gesto que ascende e dignifica os valores morais. E ajudarmos, hoje, quem sabe amanhã não precisemos ser ajudados?
     Ser caridoso, fazer da caridade um dar sem nada almejar em troca, é algo do qual somente os nobres são capazes. E um casal que vive realizado, unido, no auge da felicidade, não deve privar-se de erguer o semelhante do poço das dificuldades.
     O coração de quem pratica a caridade, quando despojado de qualquer interesse que não seja o de ver o próximo restabelecer-se, é um coração que pulsa movido por uma força sublime: a força do amor.
     Bondade, compaixão, benevolência, são alguns atributos que lustram as qualidades e tornam o casal virtuoso, ainda mais abençoado e ungido pelas bênçãos de Deus! 

     Inácio Dantas
     (do livro ® “Segredos para uma união vencedora!

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Casal unido pelo amor, casal inseparável!


      Caminhando lado a lado

      Você encontrou um novo alguém? Decidiu, ao lado dele, abandonar o passado, dar nova diretriz ao seu futuro e novo alento ao seu viver?
     Então agora você já não está só. A vida, doravante, será um percurso feito a dois. Ombreados, passos no mesmo ritmo, seguirão juntos para construir um novo amanhã. Siga, pois, ao lado dele, na mesma toada. Não hesite nem se distraia com coisas vãs; cale-se aos alaridos estranhos que por ventura ecoar. Lembre-se, você tem ao lado uma companhia valiosa: a pessoa amada. Quer uma caminhada mais agradável do que essa? E, ante o peso do cansaço, sentir erguê-lo a mão amiga de quem o ama?
     Então siga. O universo será pequeno para a grandeza dos seus sonhos!
    Caminhe o seu caminho, dê a volta no planeta, mas faça-o sempre com regozijo no coração e com a presença inseparável de quem escolheu para ser sua cara-metade.
    Finalmente, ao dar seus milhões de passos, vencer os céus, terras e mares, você, envelhecido, chegará ao destino com ela ao seu lado, feliz, e com a grata certeza de que faria tudo outra vez!

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     Caráter: marca honorável, valor que diferencia o ouro da bijuteria.

     Num casal, os parceiros devem ter um comportamento moral ajustado, digno, respeitoso, sem jamais desonrar um ao outro ou a outrem. Essa postura, que forma o caráter, é uma marca honorável que os leva a receber a boa consideração pública.   Comportar-se com desajuste, indignidade ou desrespeito, é tornar-se insociável, alijando-se das amizades, sozinhos, fechados em quatro paredes.
     Caráter é um distintivo social que deve estar sempre polido e reluzente!
     Parceiros de um casal que pretendem ter abertas as portas da sociedade, devem operar com licitude e retidão os seus atos. Lá fora há um mundo de pessoas policiando as outras, sejam nas palavras ou nas ações. E, um passo enganoso que denote má índole ou ausência de caráter, aquela porta fechar-se-á para sempre.
     O que diferencia, exalta e valoriza um casal em relação a outro é, sem dúvida, sua formação ética e moral. Casais sem caráter são indignos de fazerem parte de um honrado círculo social. Porém, casais que se revestem do bom caráter aproximam-se ainda mais entre si, propagam bons exemplos e são bem vistos e distinguidos por todos!

     Inácio Dantas
     (do livro ® “Segredos para uma união vencedora

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sábado, 18 de setembro de 2010

Bom relacionamento no casal: passo importante para a vitória a dois!

    1.Austeridade. Economizar no presente é ter reservas no futuro. Pense nisso!

     Você faz parte de um casal que gasta compulsivamente, sem impor cota, limite ou qualquer controle dos recursos? Pois saiba que dilapidar as finanças é, um dia, de repente, arriscar-se a transformar seus ativos em passivo. Recursos, por mais que os tenhamos, devemos ser austeros e ciosos com eles. Fácil é gastar; difícil é ganhar. Por isso, cuidado. Esbanjar hoje, por julgar que tem muito, é arriscar-se amanhã, no tempo das “vacas magras”, chorar endividado.
     Há que se ter controle criterioso do que se possui. Senão ao extremo ao menos com moderação, afinal os bens não são unicamente de um ou de outro, mas do casal.
     Austeridade é, além de ter disciplina no luxo ou no trivial, controlar “na ponta dos dedos” o gráfico do patrimônio. Nossas posses são como uma represa. Se a todo o momento sair mais água do que entrar, um dia fatalmente ela vai secar. E aí pode ser irreparável.
     Planilhar débitos e créditos, registrando até os “centavos” para melhor controlar as finanças, é estar sempre atento às imprevisibilidades. E, assim como a represa, ao perceber um pequeno vazamento, agir e estancá-lo de imediato!

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     2.Companheirismo: casal amigo, casal feliz!

   No exato instante em que você aceita alguém, e esse alguém o aceita para formar um casal, duas vidas fundem-se numa só massa corpórea. Daí em diante, portanto, você terá um companheiro e não mais estará só. As preocupações e as “dores de cabeça” serão duplas; em compensação, as alegrias e os prazeres, duplicados.
     E como é bom ter a companhia de quem nos ama!
     Companheirismo é isso, a convivência íntima, a camaradagem, a amizade, a solidariedade de um para o outro como se fosse para si mesmo.
     Ter o contato, e inalar o perfume da pessoa amada, ou ter a simples lembrança da silhueta, nos restitui energias, faz o nosso benquerer ascender aos céus. E isso é igual para todos que têm um coração apaixonado!
     Sentir-se amado, benquisto, saber que há alguém que ora por você e se preocupa com o desenrolar da sua vida, somente é possível quando se esquece o individualismo e se prioriza o companheirismo. Você, então, se sente uma estrela, a mais bela da constelação (família), e que está sempre a brilhar, forte, clara, intensa e duradoura!

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     3.Brigas. Quando o casal briga, é o amor que recebe o primeiro golpe!

     Quantos casais vivendo em brigas você viu triunfar?
     Sabe aquele slogan “briga-separa-volta”? Pois bem, a cada briga uma nova ferida se abre no amor. E assim, nessa roda-viva, o amor perde a vitalidade, a magia, o encantamento, e se transforma em ferida acesa, indefinidamente.
     Por outro lado, o respeito, a amistosidade, a confiança, são remédios que nutrem e fortalecem a relação íntima do casal, deixando sempre o amor saudável. Quando essas premissas são quebradas, abalam-se as relações e põe-se em risco a construção do futuro – e, junto, a consagração do triunfo da vida amorosa.
     Brigas são destruidoras de lar. Devem ser evitadas e cessadas. São venenos que contaminam o amor, adoecem a união e levam às raias da separação.
     Todo casal deve falar o idioma da amizade. Dúvidas, questionamentos, devem ser resolvidas às claras, com serenidade. Há que se buscar a conciliação, sempre, seja qual for o litígio.
     Uma existência triunfal com a pessoa amada constrói-se dia a dia, sem brigas e com muito amor, paz, carinho e compreensão.

     Inácio Dantas

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Marido e mulher: alguns segredos para um relacionamento próspero e feliz!


     1.Agressividade: guarde-a para os desafetos, não para quem ama!

     Não raro, ante uma palavra mal expressada ou um ato incompreendido, o casal “se estranha” e passa a tratar-se de forma ríspida.  A doçura do amor que havia é trancada no calabouço da intransigência e a agressividade é libertada. Onde, bastaria uma simples reconsideração para amainar os ânimos, ergue-se uma parede quase intransponível. E, afinal, que lucro traz essa postura do casal?
     É certo, em verdade, que a agressividade é um manancial de prejuízos. Quando o amor sofre “pancadas” da ira momentânea, além da ruptura do sentimento, o patrimônio do casal entra em declínio. Saber entender, pois, um ao outro, é possível, imprescindível e um multiplicador de afeto e de bons frutos.
     Abrir o coração para a amistosidade, conversar em tom sereno e cordial, desculpar e ser desculpado, é uma forma de se chegar a um consenso e assim restabelecer o entendimento e reavivar o amor. Para que isso ocorra há que um ou outro ceder, mesmo a contragosto, afinal quando um abaixa a guarda o outro não ergue a espada!

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    2.Amor: Poder que une corações, para sempre!

   De todos os sentimentos que envolvem o relacionamento de um casal, há um que norteia o comportamento, estreita a união e alarga os horizontes do entendimento, e escreve o destino com letras de ouro; um sentimento único, puro como o lúmen das estrelas, que perdoa, conforta a dor, ilumina as trevas da desesperança e faz resplandecer a aurora de um novo dia: o amor!
   O amor é o mais nobre dos sentimentos, aquele que une duas pessoas para, juntas, viverem a mesma vida até o final dos tempos. Sim, amigos, o amor é a aliança divinal que encadeia dois corações como se fosse uma só unidade!
  O amor é isso, docilidade, meiguice, calor humano; é dar-se sem nada pretender em troca; é condescender, ser amigo, cúmplice, amado, amante. É aceitar um ao outro com suas virtudes e defeitos, e, juntos, conjugarem o verbo viver em todos os seus tempos e formas.
  O amor é uma música suave que o casal deve cantar a uma única voz. E, a um só movimento, dançar, ventres unidos, a dança mágica que conduz os corpos à explosão do prazer e à perpetuação da vida!

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    3.Ampliando o horizonte da felicidade:

   *Depois de lutar e desbravar os cinco continentes para conquistar novos horizontes, tendo a ajuda da pessoa amada, jamais se esqueça de tê-la ao seu lado quando for usufruir os deleites da praia do sucesso!

     *A pessoa, que agora é seu cônjuge, deve ser vista como um presente de Deus, alguém que entrou na sua vida para ajudar a construir: a construir um grande amor, uma bela família, um patrimônio, e, principalmente, para ajudar a construir a sua felicidade!

     *Você e a pessoa amada se uniram e agora são um casal. Olhem à frente, a aurora de um novo tempo: há um sol a brilhar no futuro. Sigam, mãos dadas, ao encontro dele. Não se desviem jamais dessa luz ou poderão separar-se e perder-se na escuridão!

   *Não lamentem que lhes falta o que em outros sobra. Se vocês têm honestidade, inteligência e perseverança, então é um casal fadado à conquista do sucesso!

     Inácio Dantas
     (do livro “Segredos para uma união vencedora!”)