segunda-feira, 28 de março de 2011

Paz e felicidade" - Doze "dicas" para a felicidade (I)


01-Abra a coração, deixe entrar a felicidade. Ela igual é o sol no apogeu quando entra pela janela: deixa o lar quente e cheio de raios de ouro!

02-A vida lhe apresenta dois porta-joias: um tem ouro, pérolas e diamantes, o outro tem amor, paz e felicidade. Qual das duas preciosidades você escolhe?

03-Quando as sensações da felicidade nos invade é uma força tanta, um poder tamanho, que nos transmite o intransmissível, nos revela o irrevelável, e nos conduz ao ´incondutível´!

04-Pitadas de amor, doses de alegria, quilos de consideração: pequena receita para saborear grandes felicidades.

05-Para rebentar as correntes da tristeza use a talhadeira da alegria e dê marretadas de risos e gargalhadas!

06-Alocação de recursos, motivação, empenho, responsabilidade são caminhos para o sucesso. Porém, alegria, generosidade, paz, amor são o próprio sucesso.

07-Quando um homem falha na busca da felicidade não foi esforço que lhe faltou, e, sim, paixão pela vida!

08-Para escalar a montanha da vida, onde no ápice está a felicidade, dê o primeiro passo na base, firme e decisivo. Mas, atenção. Leve na mochila estudo, suor do trabalho e muita fé em Deus.

09-Viver entre pessoas felizes é uma injeção de incentivo para nos tornarmos felizes também.

10-Quem está de bem com a vida tem a pele jovial, sorriso radiante, voz harmoniosa. Suas conquistas são plurais e seus dias cada vez melhores. E aí, você está de bem com a vida?

11-Nem sempre o sofisticado se sobrepõe ao simples. Quando feito com alegria, garra e paixão, uma pintura preto-e-branco causa mais impacto que a colorida!

12-A felicidade chegou na calçada do seu coração. Bateu à porta, tentou escalar o muro, fez de tudo para entrar. Você a viu, mas estava ocupado com a sua tristeza...

   Inácio Dantas
   (do livro ® “Motivações para a Felicidade”)

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sexta-feira, 18 de março de 2011

Casal feliz - Doze "dicas" para um bom relacionamento social (X)


1-Se você é doutor, dispa a toga da superioridade e nivele-se aos seus comandados quando o momento assim convier. Tenha-os ao seu lado, e não dispersos rivalizando suas idéias.

2-Leia, instrua-se. O ensinamento que contém um livro pode ser o alicerce para edificar sua vida!

3-Seja partidário do bem-fazer. As pessoas que se unem para o bem, mais que um ato de civismo, estão assentando tijolos para construir um mundo melhor.

4- Você tem um grande amigo? Ore por ele. Um grande amigo é um ombro de apoio nas dificuldades. Ele é como um farol iluminando o mar em noite escura, indicando o caminho seguro à nau perdida!

5-Profissionalmente, não maldiga o fato de ‘começar por baixo’. Lembre-se que grandes executivos do mundo já foram office-boys.

6-Não reclame que você não tem o que em outros sobra. Se você quer ter, edifique as vigas do seu querer. Não espere, vá ao encontro de. Respire, inspire, transpire e construa!

7-O amor é um sentimento que todos nós devemos semear. Cultive-o e verá que ele volta qual uma pétala arremessada contra o vento!

8-Num momento de raiva, reflita bem antes de expressar um pensamento. Às vezes palavras erradas ferem mais que um punhal.

9-Não ouça pessoas negativas, que reclamam da vida, que trazem a voz do desânimo. Você tem um compromisso com a felicidade, com o sucesso. Ouça pessoas positivistas, que trazem palavras de elevação, de incentivo e são exemplos de luta e vitória.

10-Abra a mão do bel-prazer e construa o mínimo para si e sua família. Não deixe o tempo passar em ‘brancas nuvens’. Quem não se preocupa em edificar na sua juventude, que construções terá ao envelhecer?

11-Se você está apto, devidamente preparado para uma prova ou competição, não entre temeroso, com receio de falhar.  Entre disposto, firme, confiante, ou o seu maior adversário será você mesmo!

12-Persevere em busca da vitória, você é capaz. A maior glória de um homem é vencer usando sua própria capacidade!

     Inácio Dantas
     (do livro ® “300 Sugestões para você se Relacionar melhor

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terça-feira, 8 de março de 2011

União feliz entre duas pessoas desiguais. Quais os segredos?


     Defeitos? Corrija os da pessoa amada e que ela corrija os seus. O resultado é a autocorreção dupla e um melhor padrão de vida.
  
     Não recrimine nem ironize os defeitos da pessoa amada. Aceite-os como uma lei normal da concepção humana e ela fará o mesmo com relação aos seus defeitos. Ou você se considera um ser perfeito, imune a defeitos, um poço de virtudes?
     Entenda que você e ninguém é exemplo de perfeição. Todos nós, sem exceção, temos as nossas deficiências e imperfeições, sejam grandes ou pequenas. Portanto, considere que os defeitos que você vê nos outros, pelos outros são vistos em você!
     É certo que após a união conjugal os defeitos nos parceiros afluem, e alguns deles se sobressaem com maior evidência e não são bem aceitos pelo outro. Porém, se você pretende uma vida conjugal harmônica, minimize esses defeitos e maximize as virtudes. Exponha cada defeito pacientemente, com franqueza e sutiliza nas palavras. Oriente e ajude a corrigir os defeitos da pessoa amada. Essa atitude a melhorará e a engrandecerá como pessoa e ela, em retribuição, fará o mesmo com relação a você. E, afinal, os dois na são partes do mesmo corpo?

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     Democracia: liberdade de ir e vir, direitos respeitados, convívio feliz.

     A democracia pode ter seus defeitos, mas são numerosamente suplantados pelas virtudes. E dentre as virtudes, duas se destacam: a liberdade e os direitos iguais. Esses são valores nobres, regidos pela constituição humana, que dignificam a vida das pessoas, seja um simples casal ou o povo de uma nação.
     Mas, e entre “quatro paredes”, como o casal deve se relacionar?
     O relacionamento no lar também deve ser democrático. Deve ser aberto, amplo, onde as opiniões sejam debatidas, as diferenças confrontadas e ao final equalizadas. É de um bom debate que surge um bom acordo, e do respeito mútuo o entendimento. Quando direitos e liberdade são respeitados o resultado é a paz, a harmonia.  Por isso, os parceiros de um casal jamais devem lançar mão da ditadura para gerenciar suas relações. Esta, faz do diálogo um monólogo e transforma o lar em prisão. A democracia sob o mesmo teto, portanto, é geradora de uma relação amistosa, saudável, a qual vai se irradiar, também, para os filhos e toda a família.

     Inácio Dantas
     (do livro (c) "Segredos para uma união vencedora!") 

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

União conjugal forte e indivisível: três sugestões valiosas.


     1.Caráter: marca honorável, valor que diferencia o ouro da bijuteria.

     Num casal, os parceiros devem ter um comportamento moral ajustado, digno, respeitoso, sem jamais desonrar um ao outro ou a outrem. Essa postura, que forma o caráter, é uma marca honorável que os leva a receber a boa consideração pública. Comportar-se com desajuste, indignidade ou desrespeito, é tornar-se insociável, alijando-se das amizades, sozinhos, fechados em quatro paredes.
     Caráter é um distintivo social que deve estar sempre polido e reluzente!
     Parceiros de um casal que pretendem ter abertas as portas da sociedade, devem operar com licitude e retidão os seus atos. Lá fora há um mundo de pessoas policiando as outras, sejam nas palavras ou nas ações. E, um passo enganoso que denote má índole ou ausência de caráter, aquela porta fechar-se-á para sempre.
     O que diferencia, exalta e valoriza um casal em relação a outro é, sem dúvida, sua formação ética e moral. Casais sem caráter são indignos de fazerem parte de um honrado círculo social. Porém, casais que se revestem do bom caráter aproximam-se ainda mais entre si, propagam bons exemplos e são bem vistos e distinguidos por todos!

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     2.Caridade: Ato que exalta e aproxima o casal das bênçãos dos céus.

     Há muitos casais com a vida oscilando no pêndulo das dificuldades, e tantos outros que venceram essa fase e se estabilizaram.
     A vida, no fluir das suas alternâncias, é como uma gangorra: uma hora sobe às estrelas; outra, desce ao rés-do-chão. Ter sensibilidade de, ao vir as agruras do próximo, estender a mão para a ajuda, é um gesto que ascende e dignifica os valores morais. E ajudarmos, hoje, quem sabe amanhã não precisemos ser ajudados?
     Ser caridoso, fazer da caridade um dar sem nada almejar em troca, é algo do qual somente os nobres são capazes. E um casal que vive realizado, unido, no auge da felicidade, não deve privar-se de erguer o semelhante do poço das dificuldades.
     O coração de quem pratica a caridade, quando despojado de qualquer interesse que não seja o de ver o próximo restabelecer-se, é um coração que pulsa movido por uma força sublime: a força do amor.
Bondade, compaixão, benevolência, são alguns atributos que lustram as qualidades e tornam o casal virtuoso, ainda mais abençoado e ungido pelas bênçãos de Deus!

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     3.Algumas reflexões sobre a presença da pessoa amada

     Amar é...

     *sentir, de repente, seus lábios falarem dela para si próprio...

     *os dois, ao olharem para o futuro, os olhos se unirem na mesma direção.

     *uma parte sua viver com ela, e a outra parte não viver sem ela...

     *construir um castelo no céu com cimento de nuvens e tijolos de estrelas...

     *exultar-se de contentamento ao imaginar sua imagem na imaginação...

     Inácio Dantas

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Casal honrado, unido pelo amor, quem os separará?


     Indagações oportunas:
   
     *Vê um casal que caminha abraçado, numa reta direção, e outro que caminha separado, numa obliqua direção? Pois, este, caminha perdido, rumo a um lugar qualquer; e, aquele, determinado, caminha rumo à prosperidade!

     *Um casal pródigo jogou, diariamente, moedas no fosso do desperdício? E outro, austero, jogou-as no fundo de uma gaveta? Pois ao procurá-las na necessidade, ao final da vida, o primeiro nada encontra, e o segundo encontra um tesouro!

     *Uma casa tem paredes, portas e telhado fortificados, quando é bem cuidada? Pois um casal, assim como a casa, mesmo ao envelhecer, estará fortificado se estiver bem cuidado pelo amor!
  
     *Há luz (amor) e calor humano (afeto) dentro do lar, seja uma choupana ou um palácio? Então essa família é feliz e tem a lâmpada de ouro (vida) iluminada pelo Criador!
  
     *Vê um casal a buscar um lugar no sol das realizações? Pois se ele não se preparar e se esforçar, outro virá preparado, se esforçará e tomará o lugar!

     *Sabe aquele casal que, já envelhecido, você olha para os cônjuges e diz: “um nasceu para o outro!”? Pois eles atravessaram os largos horizontes da convivência, chegaram ao ocaso da vida, e, como no alvorecer da juventude continuam de mãos dadas, olhares de ternura e sorriso feliz!

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     Decência: respeitar o cônjuge, e as pessoas em geral, é um cartão de boas-vindas para circular na alta sociedade.

     Decência é uma qualidade que diferencia o homem comum do especial, que destaca-o entre centenas com sua postura ilibada e respeitosa. E quando duas pessoas decentes se unem formando um casal, certamente ocupará o topo da pirâmide e colunas sociais, ou, por mais simples que sejam, serão exaltadas como exemplo para os demais.
     Decência não é apenas uma lição livresca. Ela tem muito a ver com o berço, a boa criação, o ensinamento de valores éticos, morais e religiosos.
     Casais que comungam desse referencial, repilam o “eu primeiro”, o “tudo a qualquer preço”, e a insubordinação às regras e leis magnas da sociedade.
     Discípulos do decoro, da boa compostura, da honestidade, vão gerar filhos que serão criados no ventre da decência e do respeito aos pais. E, além de constituírem uma família melhor, estarão espalhando bons referenciais para outras famílias, como se espalham boas sementes em campo fértil. E assim, haverá o frutificar de ideais chancelados pela decência, material nobre para edificar pessoas e, com elas, uma nação melhor!

     Inácio Dantas

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Bom relacionamento a dois: segredo da felicidade.


     Cuidados: Na doçura da pessoa amada, um remédio para todos os males.

    Estender as mãos de forma prestativa, alma zelosa, para cuidar do cônjuge, é dar-lhe o que um dia receberá de volta: bons cuidados.
     Quem planta a semente do bem, do bem colhe o fruto. Assim, bem tratar o cônjuge, não prescindir da atenção, ampará-lo nos momentos difíceis, sobretudo de saúde, é manter o casal unido, um pensando no bem estar do outro, ambos se ajudando mutuamente e superando a tudo e a todos.
     É debilitar e enfraquecer a relação um dos cônjuges pensar unicamente em si e deixar o outro à própria sorte.
     Na vida marital, quando um não cuida do outro o casal adoece. A força do coletivo é resultado da saúde individual dos pares. Agir com solicitude e cobrir a pessoa amada de cuidados é um ato humano venerável, afinal, nesta vida, quem ama cuida.
     Cônjuges unidos pela cumplicidade não vacilam nos cuidados entre si. Estão sempre atentos a qualquer instabilidade, quer seja espiritual, emocional ou de saúde, repondo-lhe as energias e restabelecendo-o prontamente.
     O corre-corre das atribulações diárias é cessado em prol do bem-estar, pois ao contentamento do outro é sentir-se contente consigo próprio!

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      Cumplicidade: o que um deseja para o outro deve ser reflexo do que deseja para si.

     A partilha das atividades diárias de um casal, além de diminuir a carga do esforço de cada um, torna-o mais íntimo, aperfeiçoa-o e fortalece-o para enfrentar os transtornos da vida.
     Somar forças é diminuir dificuldades!
     Um bom papo, espíritos em alto-astral, almas felizes, permite arquitetar empreendimentos vislumbrando um futuro auspicioso. Quanto mais estreita a cumplicidade, mais há melhoria no padrão de vida do casal, culminando com a formação de uma dupla de imbatíveis vencedores.
    Não é só de dinheiro que vive o casal. Mas de união, desejo de vencer a escuridão dos problemas com a aura protetora do amor.
    Casais onde o relacionamento é transformado em “cada um por si” dá-se a fissura da união, passo para a ruína. E, além do embate interno, terão que embater com o mundo lá fora, selva repleta de leões famintos.
     Cumplicidade é sociedade entre marido e mulher, onde o contrato é ditado pelas normas do amor e a regência pelo desejo de viverem a mesma vida, como um só corpo, por longas e longas décadas.

   Inácio Dantas
   Do livro ® “Segredos para uma união vencedora!”
                  
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Crise entre casais? Afaste-as: diálogo e cordialidade são formas infalíveis!


     As crises, num relacionamento conjugal, muitas vezes são provocadas pelos próprios pares. A impaciência gerada pelos problemas com o trabalho, dívidas, filhos, etc, acaba por esfriar as chamas do amor e aí, sem um diálogo apaziguador, acabam, os dois, caminhando em direções opostas. Para manter ardente o fogo do amor há que o diálogo ser cordial, compreensivo, um entendendo o outro e os dois, sempre, sendo uma só unidade!

     Cordialidade: de um pequeno gesto cordial, uma grande afeição.

    Os atos que norteiam o comportamento humano, para serem vistos como belos, íntegros, honrados, devem vir revestidos com a sinceridade, a cordialidade, fineza no trato.
   Quando nos relacionamos cordialmente, fazendo das ações o anseio do coração, o resultado é a amenidade nos gestos, nas palavras, e mais do que isso, é romper barreiras e transformar estranhos em conhecidos, conhecidos em amigos.
   No convívio doméstico não é diferente. Tratar-se com destempero é um degrau para abreviar o relacionamento. A ausência de cordialidade no casal pode ser um aviso de que o amor perdeu o elã, que a paixão refluiu as chamas, que há algo grave no convívio matrimonial.
    Fazer o relacionamento forte, quente, desejoso, é os cônjuges tratarem-se de forma cordial. São de pequenas pedras que se constroem grandes castelos, e de pequenos gestos grande afeição. Assim, estender a mão, um para o outro, com brandura e mansidão; dialogar com ternura na voz; ser sincero e afável nas controvérsias, são formas cordiais de bem tratar o parceiro e, em troca, por ele cordialmente ser bem tratado.

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   Crises: um problema para ser resolvido a dois com diálogo e sapiência.

    Qual o casal, rico ou pobre, que já não tenha passado por um momento de crise, por menor que fosse?
    E quantos casais descem ao fundo do poço da relação, lutam, ele e ela juntos, e conseguem reerguer-se às estrelas do bem viver?    
    Problemas, dificuldades – internas ou ex-ternas -, são vicissitudes que surgem, às vezes inesperadamente, e afetam a todos, sem distinção. E ao surgirem, o importante é ninguém debandar; ao contrário, manter-se uno, firme, inflexível, e enfrentar o que vier. Os problemas do mundo externo, sobretudo, devem ser estudados e administrados pelo casal, sem deixá-los entrar no lar e se instalarem. Ao administrar e resolvê-los, o casal fica mais íntimo, centrado em si mesmo. Por outro lado, crises muitas vezes são termômetros que aferem o grau de envolvimento do casal e põem à prova o amor e o verdadeiro comprometimento entre os pares.
    Casais, cujos parceiros enfrentam juntos e resolvem suas crises, é como a liga de aço: cada vez que se lança ao fogo ela volta com sua têmpera mais forte e ainda mais resistente!

     Inácio Dantas
     Do livro © “Segredos para uma união vencedora

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Casal rumo ao sucesso. Marido e mulher são sócios da mesma empresa, o matrimônio.


      Considerações oportunas:

    *Com o passar do tempo, em dado momento da vida, marido e mulher conseguem estabilizar-se num bom estágio social. É o resultado do esforço a dois, da luta conjunta, das dificuldades e superações. Olhe, então, para a pessoa amada com olhos de admiração e ternura e envolva-a num doce abraço com o coração agradecido, Sabe por quê? Porque, sozinho, talvez você jamais tivesse conseguido!

     *Quando em momentos de resolver questões cruciais relativas ao casal, assuntos sérios e piadas não devem se misturar, sob o risco de subverter a ordem das coisas. Assim, procure não agir com brincadeira quando o assunto for sério, nem com seriedade quando for brincadeira.

     *Sabe aquelas horas que você está feliz com a pessoa amada? Quando está comemorando a realização de um trabalho difícil, ou fechou um bom negócio? Que essas horas não sejam eventuais, passageiras, mas, sim, que se repitam e sejam eternizadas. E que essas realizações proporcionem ao casal ganhos substantivos e que repercutam na alegria e na felicidade dos que o amam!

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     Constrangimento (Por que o amor se converte em desamor?).

     Não é de bom tom atuar com deselegância, tolhendo a liberdade do parceiro, colocando-o em situação crítica, embaraçosa, sobretudo na presença dos outros. Constranger é uma forma de coagir e subjugar, atitude vil de quem, ao contrário, deve bem tratar e enaltecer.
     Não faça para o outro o que desaprova para si!
     Deve-se, ao contrário, dar “uma força” para o parceiro, incentivá-lo, dar um up nos seus planos, deixar seu astral sempre em alta, afinal o grande beneficiado será você mesmo.
     Constranger gera um desgaste e cria um clima desairoso. O ar fica irrespirável entre os dois e as relações tensas. E como viver assim, sob a clava onipresente do constrangimento?
     As pessoas às vezes se transtornam e, sem razão, coagem sob o império da força ou do medo. E, depois que arranharam o diáfano verniz do sentimento alheio, magoando-o, veem que cometeram um erro grosseiro.
     Reflua, pois, esse impulso insensato. Constranger a pessoa amada? Nem pensar. Deve-se valorizá-la e prestigiá-la como fiel parceira e com ela estar sempre em lua-de-mel! 

     Inácio Dantas
     Do livro ® “Segredos para uma união vencedora!” 

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Conflito entre Casais: contornando-os, rumo ao bem-viver!

       Quanto mais velhas as alianças dos cônjuges, tanto maior a prova que o casamento foi um sucesso!

     1.Conflitos: o lar é um leito de amor, não um campo de guerra.

     Quando o relacionamento sentimental se desgasta os parceiros se distanciam, perdem a vontade para restabelecer a concórdia e dá-se o surgimento de um mal chamado conflito. E, com ele, enegrece o sol do amor, caem as sombras do desapego e a separação é uma questão de tempo.
     Quando os problemas domésticos transbordam pelas portas e vitrôs da casa, os olhares se evitam, esfriam os carinhos, a voz do silêncio finca raízes e a união entra em colapso. O resultado é a impaciência, a tensão, a oposição de um ao outro, e, por fim, o desamor. E qual o casal que pode sustentar uma união saudável com a ferida do conflito aberta, sem o bálsamo do amor?
     Há que depor as armas e acenar o lenço branco da paz. Os dois. Numa última tentativa para reavivar e restabelecer a união, elegendo-a como o mais importante de suas vidas. Jamais se deve conflagrar um conflito sem que, antes, todas as chances para reatar o amor sejam tentadas.
     O inter-relacionamento amistoso, o apoio sincero e incondicional, o dar e receber afável, com ternura e entrega, é o trunfo para derrotar o conflito e perpetuar, sã e salva, a existência do matrimônio!

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     2.Conselhos: uma palavra paterna vale mais que um discurso anônimo!

     Problemas, dificuldades, são assuntos de foro íntimo do casal, o qual deve buscar soluções próprias e jamais aceitar que estranhos infiram opiniões e deem pitaco. Refugue, pois, vozes de fonte desconhecida que lhe oferte fórmulas mágicas para todos os males. Há gente imbuída de belos gestos, sim, mas certos conselhos não valem nem para quem os dá, e menos ainda para quem os recebe. Cuidado. Ouvir e aplicar orientações desse naipe pode induzir o casal ao erro, causando-lhe prejuízos e dissabores.
     Bons conselhos são o paterno!
 Esses conselhos os casais devem, uníssonos, ouvir com atenção, compenetrados, pois são lições sábias, fidedignas, lastreadas por longa experiência de vida. E devem praticá-los sem temor, receio, dúvida. São ensinamentos que vão aumentar acertos e alegrias, e reduzir erros e tristezas, afinal qual o pai que não quer o melhor para o seu filho?
     Casais que ouvem conselhos dos pais, e deles fazem um mapa para orientar-se nas etapas da vida, certamente serão casais que contornarão suas dificuldades, solucionarão seus problemas, e eternizarão suas vitórias!

      Inácio Dantas
     (do livro ® Segredos para uma união vencedora!”)

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domingo, 7 de novembro de 2010

Ciúmes & Confiança: relação saudável entre marido e mulher.


    1.Ciúmes: arma que fere o sentimento. “Desarme-se” e viva as alegrias do amor!

     Cenas de ciúmes, veladas ou explícitas, são acontecimentos que afetam e conturbam o relacionamento amoroso. Quantas brigas injustificadas, geradas pelo ciúme, se transformam em desamor e o desamor em separação?
     Discussões, desentendimentos, ofensas de parte a parte, são o estopim para implodir a aliança e causar ruptura na vida do casal.
     Desconfianças, presunções, suspeitas de infidelidades de um ou de outro, devem ser transformadas em diálogo, o diálogo em entendimento e o entendimento em solidificação do amor.
     Portanto, há que se conversar, ânimos desarmados e “pôr para fora” o que os afligem. São dos esclarecimentos e das explicações que brotam as compreensões, e das compreensões, a paz, afinal quantas vezes a guerra do ciúme é por uma razão fútil?
     Os casais não devem permitir que a densa névoa do ciúme desça e abata-se sobre a mútua relação. Essa névoa deve, cara-a-cara, ser dissipada, de pronto, ou, quem sabe, esparzida pelas brisas da paixão sobre a maciez de um leito...

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     2.Confiança: A confiança mútua celebra a amabilidade, o bem-viver!

     A confiança é o pilar que sustém e mantém inabaláveis as inter-relações, sejam entre duas pessoas, uma equipe ou uma nação. Quando um casal sela o pacto da confiança, transpõe qualquer tormenta e alcança a calmaria do bem-viver. Se, ao contrário, permitir que os ventos da desconfiança entrem porta adentro, o lar fica conturbado, as palavras ásperas e a convivência insuportável.
     A confiança é o elo que une marido e mulher. É a fina sintonia de dois polos, onde cada um deve estar “aceso” e não se deixar apagar por ilusões ou seduções. A luz do vínculo deve estar brilhante, iluminada. Cada qual deve praticar atos probos, dignos, respeitosos e que aumentem ainda mais a aura da bem-aventurança que os envolve. 
     Confiança é acreditar, crer, ter fé. É não se deixar levar por suposições, ilações ou desconfianças infundadas. É, o casal, estar unido na suas convicções, e de que ao lado tem alguém digno e fiel. Confiar traz harmonia e segurança, íntima e do casal.
     Casal interligado pela sinergia da confiança tem sua conduta inatacável, a vida em boa-fama e a moral elevada!

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      3.Fase da juventude

     *Ser jovem é a fase em que o corpo e a vida se encaixam numa sintonia perfeita. E a juventude é o emanar do refrescante extrato da alegria. Então, afaste-se do malfazer e não a desperdice, ou ela escorrerá em vão pelo ralo da tristeza. Alie-se ao bem-viver, sorva-a gota a gota e fortaleça-se para enfrentar o amanhã, pois ela é um líquen divinal. Entenda que na velhice seu pensamento sentirá saudade dos velhos dias, e o seu corpo a energia dos verdes anos!

     *Você vive a fase da juventude? Perscrute seu coração. Ele pulsa, em fortes badaladas, no apogeu da idade nova? Então, pense em si, agora. Estude, evolua. Trabalhe, conquiste. Vá aos píncaros da sabedoria e das realizações. Seja, hoje, um aluno, um aprendiz; amanhã, um empresário e mestre dos mestres! 

     *É um deleite para o olhar; para o desejo, uma joia maviosa o corpo da pessoa amada. O amor, desde a fase jovial, que seja um tesouro precioso a ser guardado, intocável, no cofre da eternidade!

     Inácio Dantas
     (do livro “Segredos para uma união vencedora!”) 

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