domingo, 8 de junho de 2014

Para comemorar o dia dos namorados, dez suaves gotas de amor.



Para comemorar o dia dos namorados, dez suaves gotas de amor.

1.Quando você abre o coração para conquistar alguém que vai segui-lo na longa jornada da vida, os deuses do amor conspiram ao seu favor!

2.A alma que não viveu o amor, e o corpo que não sentiu o fogo da paixão, nunca vai entender qual é a fundamental essência da vida!

3.Ao enfrentar dilemas e privações e vencê-los, o casal torna a união mais sólida e mais afetiva. Não fugir do barco, remar e vencer a borrasca, é o que faz dos navegantes parceiros inseparáveis para sempre!

4.Amar restitui a alegria. O desamor nos leva por veredas da tristeza, encurta nossas noites, aflige nossos dias. Amar nos recompõe o equilíbrio, nos eleva o astral e nos permite encontrar a paz em nós mesmos!

5.É coisa normal para o odioso praticar o ódio, assim como é para o amoroso praticar o amor. No entanto, como um turbilhão o odioso causará estragos, mas passará fugaz; o amoroso, como tênue brisa ficará, construindo boas obras por longo e longo tempo!

6.Crises entre quadro paredes? Use o dom da paciência. Se, dia a dia, cada qual ceder um centímetro, em breve tempo a crise estará porta afora!

7.Desejos em simetria, pensamentos uníssonos, ações coordenadas, direcionadas ao mesmo alvo: eis a diferença entre um casal de sucesso e um casal comum!

8.Mesmo quando nervoso, trate bem a pessoa amada, sem ironia. ‘Amor’, ‘Querida’, ‘Meu bem’, são tratativas dóceis que atenuam o momento. Use-as e suavize sua relação, tornando-a forte e longeva.

9.A aliança, símbolo de um casal, mais que o valor do metal, revela o valor da união, do poder de transformar em uma, duas vidas. Quanto mais velha a aliança, tanto maior a certeza de um casamento que deu certo.

10.Em brigas de amor, o perdão é um selo apaziguador quando expressa, pela boca, o arrependimento que vem do coração!

Inácio Dantas

(do livro “Dicas para um bom relacionamento no amor”, Editora Paulus).

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Dia dos namorados: o amor, a paixão e o romantismo estão no ar...


Dia dos namorados: o amor, a paixão e o romantismo estão no ar...
 
Você tem feito alguma coisa para conquistar aquela pessoa que não lhe sai do olhar?
E, mesmo ao fechar os olhos, seu vulto toma forma como um retrato que se impregnou na sua visão?
Liberte a mente como a névoa transparente que se desprende no ápice das montanhas...
Talvez agora seja um bom momento para a terapia do amor. Mentalize-a e mova-se em sua direção. Quem sabe ela não esteja esperando um primeiro passo seu?
Dar o primeiro passo é diminuir distâncias. E a distância é metade quando duas pessoas se procuram...
Dê o primeiro passo!
Se há uma luz que pode se acender entre os dois, abrevie o clarão do destino.
Acene com um gesto, um sorriso, um olhar... Porque, às vezes, falar com o olhar pode conter mais palavras que um dicionário...

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Alimente a paixão que está dentro do seu peito. Abasteça-a na fonte das ilusões, pois a ilusão é o prelúdio da realidade.
Se a paixão não existir procure a semente no peito de outro alguém... Se ela é pequena, engrandeça-a; se é grande, agigante-a. Deixe-a tomar toda a sua imensidão. Quanto maior for, maior será sua felicidade.
Quando alguém se apaixona é capaz de subir aos céus e colher uma estrela, e descer ao centro da terra e colher a mais bela flor.
O amor é vida. Ninguém chega a lugar nenhum a não ser por ele, pois ele não é o guia, mas o próprio caminho.
A paixão lhe dá razões para viver: Seu corpo vibra, se transforma, pois passa a ter duas almas, dois corações.
Faça as labaredas do desejo crepitarem. Ateie a lenha da paixão a todo instante e viva o calor eterno de um grande amor!

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Você já declarou seu amor para quem ama?
Declarar-se é, pelos lábios, o coração fazer uma confissão: pode ser uma poesia, uma canção, ou simples “eu te amo”...
Declare-se!
O coração de quem o ouve entrará em translação e viajará na órbita do amor.
E não se preocupe com os versos nem em compor rimas para dar vida a um poema. Você não precisa ser poeta. Sua verve transbordará e as mais belas palavras florescerão quando imaginar-se no calor dos braços de quem ama. Para isso vá buscá-las lá no fundo do coração, na imensidão do seu sentimento; palavras puras, meigas, sinceras.
Com certeza será a declaração mais linda que você já fez!

Inácio Dantas

(do livro “Pequenas Lições de Sabedoria”)

domingo, 4 de maio de 2014

Duas lições de mãe, no dia das mães


1.(Mãe) balaústre do filho, neto, bisneto...

Ame, respeite ´suas mães´.Abaixo dos céus elas são o balaústre da sua vida!


Quem, neste mundo, não gostaria de ter duas, três mães...? Tê-las é ter à volta uma hoste de anjos a operar a todo instante ´pequenos milagres´ para tornar nossa vida mais fácil, longa e feliz.

Mãe exerce sua divina missão materna uma, duas, três vezes... Sua roupagem – seu corpo frágil - parece indestrutível e dotado de uma força inesgotável.
Ela é mãe, avó, bisavó, tataravó... Em cada fase é a mesma, qual renascida, a transbordar amor, cuidados, paciência, disposição para começar tudo de novo e “rezar o manual da vida” para os novos pequeninos.
Mãe é o balaústre da sua descendência, árvore encopada de frondosos galhos, flores e frutos. Todos vêm a ela como o sedento vai à fonte ou o crente à palavra de Deus. E, com olhar iluminado e palavras ternas, abre os braços e o coração para agasalhar a todos igualmente, num grande e aconchegante abraço.
Quanto ensinamento a jorrar dos lábios insilenciáveis dessa mulher, lições simples que são um lauto banquete ao faminto de saber, candeeiro aos que buscam sua estrela-guia no ainda negror retinto do céu futuro.
Deus, dê longa vida às mães!
Elas são o balaústre das gerações, barco seguro aos navegantes em mar proceloso, sombra e água fresca sob sol tórrido, atalho de fuga que, repentino, se abre para fugirmos dos perigos dos homens e das trevas.
Filhos, netos, bisnetos, tataranetos... a todos vocês que têm o privilégio de ter em seu convívio a amável figura de mãe, avó e bisavó, ouça-as, aprenda com elas, ame-as e, juntos, que sejam todos felizes!

2.Conselheira.

Um conselho de mãe pode mudar destinos!


Assim como o ferro vai ao fogo e fortalece sua têmpera, conselhos experimentados nos fortalecem frente às tribulações. Conselhos de mãe são, não para um momento, mas para toda a existência!

Dizem que se conselho fosse bom não se dava, se vendia...
E, de fato, o que não nos falta ante qualquer tipo de problema é uma penca de conselhos de vários timbres, formas e padrões, todos propalando inquestionável eficácia.
Lição primeira: Cuidado com os conselhos recebidos de bocas estranhas. Embora, em geral, tenham o objetivo de ajudar, muitas vezes são apenas um conjunto de teorias que jamais foram experimentadas na prática pelo ´conselheiro´.
Lição dois: Para toda dificuldade há uma saída e para todo problema há uma solução. E a saída, a solução, a melhor, a mais rápida, com menor esforço, tempo e custo, você ouve entre as quatro paredes da sua casa. Há uma conselheira, expert, que já enfrentou situações inusitadas, deparou-se com mil problemas e crises e saiu-se ilesa, resolvendo tudo em boa ordem. Essa conselheira está à sua frente, à sua disposição vinte e quatro horas por dia. Por que não consultá-la?
Lição três: Conselhos de mãe são sinceros e jamais vêm embutidos de interesses materiais, financeiros ou outros quaisquer. São provenientes de fatos vivenciados e cujo substrato está prontinho para ser usado - o interesse único é o seu êxito e bem-estar.
Por fim, da próxima vez que se deparar com algo cuja solução demande um conselho abalizado, não hesite: reúna-se com sua mãe, exponha o caso e sabiamente ouvirá conselhos eficientes. Os melhores!

Inácio Dantas

do livro ebook “Lições de Mãe” – www.amazon.com.br

quinta-feira, 13 de março de 2014

Casal em harmonia, casal com entendimento amorável


     Confrontos e contrariedades? Paciência. Somos postos à prova todos os minutos do dia.

     Tal qual o atleta que, quanto mais exercício físico mais aprimora e fortalece os músculos, assim é também a nossa paciência. Quanto mais a exercitamos nos nossos desafios, mais ela se fortalece. Quem, afinal, não é confrontado ou contrariado diariamente, quer seja no seu trabalho, nas atividades escolares, nas ruas e sobretudo em casa? Ninguém é exceção. Mas, quando acontece entre dois cônjuges, há de ter-se paciência, ouvidos atentos para ouvir e língua domada para falar.

     Se aquilo que você diz ou faz é posto à prova pelo cônjuge, o qual se indispõe e quer “armar um barraco” desconfiando de você, entenda que não há nada que uma explicação coerente não resolva.

     É normal, às vezes, um parceiro ter dúvidas ou até descrer do outro. E, sob sua ótica, entende que o outro está errado, faltando com a verdade ou mesmo não compreendeu bem as explicações.

     Diante de uma situação assim, a receita é não confrontar. Respire fundo, refaça todo o percurso do fato acontecido e explique-se. Deve-se aceitar que ser confrontado ou contrariado é praxe entre os casais e com uma explicação verossímil o resultado final é o pacífico entendimento.

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     Reflexões sobre a comunicação entre um casal:

     Comunicação: entre o casal deve ser constante, para o entendimento não ser inconstante.

     Ótimos resultados trazem a forma cordial, branda e educada de comunicar-se com a pessoa amada. Alguns exemplos:

    *A boa comunicação entre os cônjuges alavanca os negócios, otimiza a intimidade e melhora o relacionamento familiar.

    *Ante situações duras, resolva-as com palavras suaves. Conversar com suavidade traz melhor compreensão do que aos gritos.

    *Refute, sob qualquer pretexto, comunicar-se com indiferença, truculência ou menosprezo. Recolha essas armas e guarde-as para os inimigos.

    *Em momentos importantes, solte o verbo e faça fluir a boa comunicação. Evite falar em monossílabos, gestos ou sinais.

    *Cuidado, não mistifique a realidade dos fatos: O som das palavras revela verdades quando a boca tenta esconder mentiras!


    Inácio Dantas
    do livro "Segredos para uma união vencedora"
    www.vozes.com.br

domingo, 27 de outubro de 2013

Duas circunstâncias para estreitar o laço do relacionamento amoroso.


Duas circunstâncias para estreitar o laço do relacionamento amoroso.

1.“Enfim, sós!”: início de um relacionamento que deve ser próspero, feliz, duradouro!

Depois do conhecimento mútuo, da “prova de fogo” dos primeiros lances de ciúme...;
depois do noivado, de mil planos para o futuro, o casal troca alianças – e se fazem juras de lealdade e amor eterno...
“Enfim, sós!”. Esse é o ápice de um sonho a dois que nasce para ser perpétuo. Momento mágico, e único, do matrimônio. Enclausurados entre quatro paredes, e envoltos num clima de sedução, os amantes vão viajar por céus multicores, vales verdejantes, mares de ondas calmas, e rejubilar-se no oásis do romantismo. Tudo num clima de ternura e ardente paixão.
Esse é o início de algo que se repete entre todos os casais do mundo. Por breves, ou longos dias, o casal viverá um para o outro, guardando-se e cuidando-se como o lobo e sua cria.
Mas, esse amor onipresente é somente por um breve momento?
Não! A luz que ilumina a vida amorosa de um casal não deve ser frágil e breve, mas intensa e perpétua como o clarão do sol.
O amor é o renascer de duas pessoas. Por isso deve ser zelado, guardado e venerado para durar a exata extensão de suas vidas!

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2.“Ninho vazio”. Os filhos cresceram e “ganharam o mundo”. E agora?

Após anos a fio a estruturar o lar e dedicar-se a educar os filhos, por razões inerentes à própria evolução da vida, o casal, a certo momento, acaba ficando a sós como dois pássaros num voo solitário. Os filhos crescem, constituem suas famílias e deixam o lar materno, partindo para novos mundos...
Nessa viagem eles deixam para trás um vazio. Um “ninho vazio”. Onde, antes, era casa cheia, alaridos e festas, agora repousa o silêncio de duas almas. Fica somente o casal, sob um teto de concreto frio.
Porém, é a casa que ficou vazia, não o coração. Agora é hora do casal remoçar os desejos e reacender a velha chama da paixão. É hora de “namorar”, de passear junto, retomar os sonhos que ficaram estanques no tempo, quando esse próprio tempo era breve e as vontades imensas.
É um momento, então, de um voltar o olhar para outro e de se dedicar ao culto sentimental. De olharem para si próprios e cuidarem-se, e relembrarem da beleza que, um dia, uniu aqueles dois corações.
Quando o “ninho” fica vazio é o momento de os cônjuges se reaproximarem e com o calor do romance o encherem novamente de alegria e de razão de viver!

Inácio Dantas

Do livro “Segredos para uma união vencedora”